
Equipe
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Fundadora e Presidente
Ceres Scattolini
Sou comunicadora e diretora audiovisual há mais de 30 anos. Durante esse tempo aprendi que comunicar bem começa por escutar profundamente.
Nos últimos anos, ao conviver com os Enawenê-Nawê e os Tenharin, ouvi de perto o que os territórios demandam e entendi que minhas ferramentas podiam servir a algo maior. Dessa escuta nasceram os primeiros projetos da Biofílica.
Cofundei o Instituto para isso: colocar décadas de experiência em narrativa, comunicação e articulação a serviço dos territórios vivos. O que acredito está em tudo que construímos juntos e o que fazemos começa sempre pela escuta.

Fundador e Vice-Presidente
Davilson Brasileiro
Indigenista, ambientalista, documentarista e mediador intercultural com mais de 20 anos de atuação na Amazônia.
Sua trajetória é definida pelo despertar de sua própria ancestralidade Tupinambá, processo que transformou sua cosmovisão e o conectou definitivamente aos saberes e às lutas dos povos originários.
Dedica décadas a ouvir e documentar a sabedoria das comunidades tradicionais, atuando na linha de frente da proteção de seus direitos e territórios.
Colabora com veículos internacionais como The Guardian, Die Zeit e Der Spiegel, utilizando o audiovisual como ferramenta de salvaguarda cultural e sensibilização social.
"A floresta é a nossa verdadeira pirâmide. Minha missão é garantir que a integridade, o modo de bem viver e a sabedoria de seus guardiões sejam respeitados como fundamento do nosso futuro."

Fundadora
Amanda Scattolini
Doutoranda em Design pela PUC-Rio, onde desenvolve sua pesquisa no LIDE (Laboratório Interdisciplinar de Design e Educação). Mestre em Design pela mesma instituição, com bolsa FAPERJ Nota 10. Bacharel em Artes Visuais pela Belas Artes de São Paulo e técnica em Fotografia pela Escola Panamericana de Artes e Design.
Sua pesquisa investiga o espaço público com o território, com foco em placemaking, mobiliário urbano lúdico para crianças e a reinvenção de espaços educativos nas cidades, reconhecendo a infância como protagonista do território em que habita.
Acredita que design e educação são ferramentas de regeneração territorial: que escutar vem antes de qualquer projeto, e que as melhores soluções já existem nos territórios, esperando ser cocriadas com quem neles vive.